Tuesday, January 5, 2010

Camargo Corrêa vende unidade| OESP

Logo Agência EstadoA Camargo Corrêa decidiu se desfazer de sua empresa de projetos de engenharia, a Cnec. A construtora brasileira vendeu o negócio por R$ 170 milhões para o grupo australiano WorleyParsons.

O contrato foi selado no dia 31 de dezembro. A transação faz parte da estratégia da Camargo Corrêa de focar em suas áreas principais, como construção, cimento, concessões de rodovias e a área de energia. O objetivo é fazer caixa para investir e aumentar o faturamento.

A saída da Cnec é um negócio pequeno nessa estratégia. Conforme reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo em agosto, a Camargo estudava colocar à venda alguns ativos importantes, como as participações acionárias na holding bancária Itaúsa, na fabricante de alumínio Alcoa e na gigante do denim (tecido para jeans) Tavex. “Lá atrás o doutor Sebastião Camargo (fundador da Camargo Corrêa) avaliou que valia a pena investir desde a engenharia até a construção. Agora, a visão do grupo é concentrar nas suas principais capacidades”, contou o presidente da Cnec, José Aires de Campos.

Fundada em 1959 por professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), a Cnec foi incorporada dez anos depois pelo grupo Camargo Corrêa. A venda ampliou o leque de serviços da empresa, que cresceu bastante. No entanto, desde o final de 2007 a Cnec está sendo estimulada a se tornar mais independente. Segundo Campos, o vínculo com a construtora dificultava fechar negócios com outras empresas do ramo, que temiam o vazamento de informações sigilosas. E a Cnec não tinha exclusividade nos projetos de engenharia da Camargo.

Outro problema importante ocorria na licitação de obras públicas. A legislação brasileira impede que o governo contrate os serviços de engenharia e de construção no mesmo grupo. “Como a licitação para engenharia ocorre antes, nem participávamos de alguns projetos para evitar conflito de interesse no futuro”, disse Campos.

Mas o relacionamento entre Cnec e Camargo Corrêa não vai desaparecer. Segundo o executivo, vai ocorrer “caso a caso, projeto a projeto”. Por exemplo: a Cnec é hoje uma das empresas de engenharia mais envolvidas na construção da hidrelétrica de Belo Monte, em parceria com a Camargo Corrêa. Se conquistar a concessão, a construtora terá liberdade para contratar os fornecedores e deve chamar a Cnec. Caso a Camargo Corrêa perca o negócio, a Cnec também fica de fora.

As informações são do jornal 'O Estado de S. Paulo'.

Camargo Corrêa vende unidade por R$ 170 milhões - Último Segundo / Economia

05/01 - 09:31 - Agência Estado

Camargo vende divisão de projetos |Valor

Ana Paula Paiva/Valor
Foto Destaque
Campos, presidente: atrativo da CNEC é capacitação em geração hidroelétrica
A Camargo Corrêa vendeu a CNEC, sua divisão de projetos de engenharia, para a australiana WorleyParsons, por R$ 170 milhões. O negócio tirou da Camargo uma empresa pequena no portfólio do grupo, mas lucrativa e em franco crescimento. A CNEC faturou R$ 255 milhões em 2008, 80% mais do que em 2004, tinha planos de internacionalização e pretendia chegar a R$ 400 milhões de receita em quatro anos.

Segundo a Camargo, o negócio se justificou porque a CNEC tinha pela frente desafios para continuar se expandindo: precisava se capacitar na área de petróleo e gás e mineração, e precisava de ajuda para decolar no mercado internacional. Outro motivo da venda tem origem legal: segundo a lei de licitações brasileira, o fato de a mesma empresa fazer o projeto e executar a obra pode gerar conflito de interessa, podendo levar um grupo a ser desclassificado na concorrência.

A área de geração de energia é um dos principais focos da Camargo Corrêa, e a CNEC tradicionalmente entra na elaboração dos principais projetos desse setor. A empresa já participa dos inventários - os levantamentos iniciais - para projetos como Belo Monte e os complexos do Tapajós, de 11 GW, Juruena, com 13 GW.

Segundo o presidente da CNEC, José Ayres de Campos, para a WorleyParsons o que mais interessa na empresa, exatamente, é a sua expertise no setor hidroelétrico, seja para disputar projetos no Brasil ou no exterior. Para a CNEC, a presença internacional e a atuação da australiana no ramo de petróleo, mineração e outras - como energia nuclear- devem ajudar no crescimento da unidade brasileira. Entre os mercados de interesse para a CNEC está Angola, onde a WorleyParsons já está instalada.

Conforme Ayres, apesar da aquisição, a empresa vai manter o nome - no caso, passará a se chamar CNEC-WorleyParsons -, bem como o presidente e o quadro de 1, 1 mil funcionários. 'Apesar da mudança do controle acionário, continuamos sendo uma empresa brasileira', afirma Simon Carter, diretor da WorleyParsons para as Américas. A compra da empresa vai marcar a entrada do grupo no mercado brasileiro, ajudando em sua atuação na área de hidrocarbonetos (óleo e gás), mineração, metais e, claro, hidroelétrica.

Multinacional com 120 escritórios e faturamento de US$ 6, 2 bilhões em 2009, a WorleyParsons tem no Brasil apenas um escritório com 50 funcionários no Rio de Janeiro, voltado para atender projetos de exploração em águas profundas, e negocia seu primeiro contrato com a Vale. A australiana tem crescido em ritmo vertiginoso - foram 15 aquisições nos últimos cinco anos, as quais quadruplicaram sua receita. (FT)

Camargo vende divisão de projetos
Valor Online de São Paulo
05/01/2010

Camargo Corrêa vende a CNEC por R$ 170 milhões | Brasil Econômico

Camargo Corrêa vende a CNEC por R$ 170 milhões | Brasil Econômico

Braço da área de desenvolvimento de projetos de engenharia do grupo é comprado pela australiana WorleyParsons.
A Ponte Rio-Niterói foi projetada pela CNEC, que passa a fazer parte da australiana WorleyParsons
A Ponte Rio-Niterói foi projetada pela CNEC,
que passa a fazer parte da australiana WorleyParsons

A inauguração do primeiro escritório internacional, em Buenos Aires, na Argentina, no dia 16 de fevereiro de 2009, fazia parte dos planos de expansão internacional que a Camargo Corrêa havia traçado para CNEC, empresa de serviços de engenharia do grupo. Mas, em menos de um ano, tudo mudou.

A CNEC Engenharia, agora, pertence ao grupo australiano WorleyParsons, que até há poucos meses era um de seus concorrentes no mercado brasileiro. A venda foi assinada no dia 31 de dezembro e oficializada ontem, quando a WorleyParsons - que tem ações listadas na bolsa de valores australiana desde 2002 - divulgou um comunicado oficial ao mercado financeiro.

Valor do negócio: R$ 170 milhões, dos quais R$ 130 milhões serão pagos em dinheiro pelos australianos. Os R$ 40 milhões restantes são recursos disponíveis no caixa da CNEC que ficarão com os antigos controladores, da Camargo Corrêa.

"A CNEC é fundamental para a nossa estratégia de expansão na América Latina e para a ampliação da nossa presença nas áreas de óleo, gás e energia hidrelétrica, dois mercados que têm grande potencial", disse ao Brasil Econômico o vice-presidente para América Latina e Caribe da WorleyParsons, Simon Carter.

Talvez isso explique o fato de o valor pago ter sido quase sete vezes maior que a expectativa de geração de caixa da CNEC para este ano de 2010, de R$ 25 milhões. "A união da nossa experiência com a da CNEC vai trazer sinergias que podem criar muitas oportunidades", afirma Carter.

José Ayres de Campos, presidente da CNEC, diz que a venda foi a maneira que a Camargo encontrou para que a empresa de consultoria continuasse crescendo. "Quando iniciamos a estratégia de internacionalização, sentimos a necessidade de nos capacitar para a área de refino de petróleo, onde ainda não tínhamos conhecimento suficiente, apesar da experiência que havíamos adquirido com a elaboração de projetos de petróleo e gás", afirma.

"E nos deparamos com duas alternativas: comprar ou ser comprados. Acabamos ficando com a segunda opção. Daqui para a frente a Camargo vai se focar em construção e nas outras áreas nas quais já atua."

Histórias cruzadas

Fundada em 1971 por John Grill, a australiana WorleyParsons era uma pequena consultoria que começou a crescer nos anos 1980 depois de comprar as operações de uma concorrente americana. Hoje atua em 37 países, tem 28,8 mil funcionários e faturamento anual de US$ 6,2 bilhões. No ano fiscal de 2009, encerrado em 30 de junho do ano passado, acumulou lucro líquido de US$ 390,5 milhões.

No Brasil, o grande contrato fechado pela WorleyParsons recentemente foi com a Petrobras. A empresa australiana é uma das escolhidas para elaborar parte do projeto de construção do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

Ela abocanhou um projeto de US$ 110 milhões dentro do investimento estimado de US$ 8,4 bilhões que será feito pela estatal brasileira.

Já a CNEC foi fundada em 1959 por professores da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP) também como uma consultoria de engenharia e incorporada 10 anos depois pela Camargo Corrêa.

Até ser vendida para os australianos, era a divisão responsável pelo desenvolvimento dos projetos de engenharia, gerenciamento de obras e empreendimentos, além de prestar consultoria e assessoria técnica para clientes como Vale, Alcoa e Petrobras.

Elaine Cotta   (ecotta@brasileconomico.com.br)
05/01/10 07:09

Monday, January 4, 2010

Camargo Corrêa conclui venda da CNEC

Notícias corporativas do
Grupo Camargo Corrêa
Edição Especial • 4/1/2010


A compradora é a WorleyParsons Resources & Energy;
empresa vai manter equipe de engenheiros e atual liderança"

Grupo Camargo Corrêa vende CNEC Engenharia

Empresa foi vendida para a WorleyParsons Resources & Energy

O Grupo Camargo Corrêa acaba de vender a CNEC Engenharia para a empresa WorleyParsons Resources & Energy, de atuação Global e com presença no Brasil. 
 
A operação da empresa de engenharia está em linha com a estratégia do grupo de focar suas operações em serviços de construção e gestão de obras de infraestrutura. A Construtora, além disso, manterá um contrato de cooperação com a nova empresa.

A CNEC Engenharia será gerida como empresa brasileira, mantendo a mesma equipe de engenheiros e sua atual liderança, hoje exercida pelo presidente da empresa, José Ayres de Campos. 

A WorleyParsons mantém 110 escritórios, em 37 países e emprega 28.800 pessoas. Atua como fornecedora de serviços de engenharia nos setores de energia, mineração, metalurgia, indústria, e tem grande experiência no estratégico segmento de óleo e gás.


www.portalcamargo.com.br

Tuesday, October 20, 2009

STJ anula dívida de R$7 bi da Eletronorte com Camargo Corrêa - Estadao.com.br

STJ anula dívida de R$7 bi da Eletronorte com Camargo Corrêa - Estadao.com.br
"terça-feira, 20 de outubro de 2009, 17:58 | Online

REUTERS

BRASÍLIA - O Superior Tribunal de Justiça (STH) anulou nesta terça-feira dívida bilionária da Eletronorte, subsidiária da Eletrobrás, com o Consórcio Nacional de Engenheiros e Consultores (CNEC), empresa do Grupo Camargo Corrêa.

Por três votos a dois, o tribunal decidiu não reconhecer a indenização aplicada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) que, em valores atualizados, poderia chegar a 7 bilhões de reais.

De acordo com a assessoria de imprensa do STJ, o voto de desempate do ministro Luiz Fux considerou que o tribunal local impôs uma dívida à Eletronorte a partir de uma premissa contraditória de que a CNEC seria uma empresa não auto-suficiente, o que viola o Código de Processo Civil.

Chamado para desempatar o caso, Fux acompanhou o voto do ministro Herman Benjamin.

A ação movida pela CNEC alega que o contrato fechado com a Eletronorte em 1993 não contemplava a inflação real e os juros adequados para a ocasião. O TJDFT, quando julgou a ação, entendeu ter ocorrido um desequilíbrio econômico-financeiro no acordo e afirmou haver prejuízo para a empresa do Grupo Camargo Corrêa, impondo indenização.

Ainda cabe recurso por parte da CNEC ao próprio STJ. Se os juízes decidirem anular a dívida novamente, a empresa poderá tentar levar o caso ao Supremo Tribunal Federal.

(Reportagem de Ana Paula Paiva)"

Superior Tribunal de Justiça - O Tribunal da Cidadania

Superior Tribunal de Justiça - O Tribunal da Cidadania
"20/10/2009 - 15h57

DECISÃO
STJ anula condenação da Eletronorte a pagamento bilionário a consórcio
Por maioria, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) que reconheceu dívida bilionária das Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A (Eletronorte) em favor do Consórcio Nacional de Engenheiros Consultores S/A (CNEC). A questão foi definida pelo voto-desempate do ministro Luiz Fux, que acompanhou a divergência inaugurada pelo ministro Herman Benjamin. Os valores atualizados podem chegar a R$ 7 bilhões. O caso retorna, agora, ao TJDFT para que sejam apreciados os argumentos da Eletronorte contidos em embargos de declaração (tipo de recurso).

Para Herman Benjamin, o acórdão do TJDFT foi contraditório na análise das cláusulas do contrato, por afirmar que, apesar de o instrumento vedar a cobrança de valores que não os listados, isso deveria ser desconsiderado pela hipossuficiência do CNEC. O ministro também apontou obscuridade no julgamento do TJ, por sustentar a hipossuficiência do CNEC com base em seu histórico na internet. Como os dispositivos legais foram questionados nos embargos da declaração da Eletronorte e estes foram rejeitados pelo TJ, o ministro Herman Benjamin entendeu ainda haver omissão no julgado.

Esse entendimento foi acompanhado tanto pela ministra Eliana Calmon quanto pelo ministro Luiz Fux, chamado a desempatar o julgamento. Para a ministra, o TJDFT não explicou, nem mesmo de forma simples, a razão de ter a causa migrado do direito administrativo para o direito do consumidor ao analisar contrato eminentemente estatal, fechado e delimitado.

O ministro Luiz Fux, por sua vez, considerou que o tribunal local partiu de uma premissa absolutamente contraditória: impôs o débito à Eletronorte em razão de uma suposta hipossuficiência da CNEC. Para Luiz Fux, considerar pessoa jurídica plenamente suficiente como hipossuficiente viola o artigo 535 do Código de Processo Civil.

Essa corrente prevaleceu sobre o entendimento do relator, ministro Mauro Campbell Marques, para quem não ocorreu omissão, contradição ou obscuridade na decisão do TJ que autorizasse a anulação da decisão contrária à Eletronorte. O relator afirmou que o tribunal local interpretou o contrato com base em fatos que não podem ser reavaliados pelo STJ.

Entendimento acompanhado pelo ministro Humberto Martins, que afirmou que o TJ decidiu interpretando o contrato estabelecido entre as partes, o que não pode ser rediscutido no STJ, conforme sua Súmula 5. O tribunal local, a seu ver, também teria expressamente fundamentado as razões de desconsiderar o contrato: a “transação” exigia concessões de somente uma das partes, conferindo vantagens exageradas à outra, o que autorizaria a relativização de seu efeito de coisa julgada. Também teria registrado a inexistência de quitação dos débitos relacionados.



Leia também:

STJ retoma julgamento de recurso contra dívida de R$ 7 bi da Eletronorte

Coordenadoria de Editoria e Imprensa"

G1 > Economia e Negócios - NOTÍCIAS - STJ salva Eletronorte do pagamento de indenização bilionária

G1 > Economia e Negócios - NOTÍCIAS - STJ salva Eletronorte do pagamento de indenização bilionária
2ª Turma anulou decisão que condenava estatal a ressarcir consórcio.
Caso pode voltar a ser analisado pelo TJDFT ou até pela Justiça Federal.

Diego Abreu Do G1, em Brasília

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou nesta terça-feira (20) a sentença da Justiça do Distrito Federal que havia condenado as Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A (Eletronorte) a pagar indenização bilionária ao Consórcio Nacional de Engenheiros Consultores (CNEC), ligado à empreiteira Camargo Corrêa.

O julgamento do recurso apresentado pela Eletronorte contra a decisão do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) foi retomado nesta tarde, após ser interrompido pela 2ª Turma do STJ com o placar de dois votos a dois. O desampate foi proferido pelo ministro Luiz Fux, que acatou os argumentos da estatal e evitou que a empresa tivesse de pagar até R$ 7 bilhões de indenização nos valores corrigidos.

O caso começou a tramitar na Justiça após a CNEC, que prestou consultoria a Eletrobras nos anos 70 e 80, entrar com uma ação em que pedia o ressarcimento de custos financeiros. Em primeira instância, a Justiça negou a ação, sob o argumento de que havia sido firmado contrato entre as partes consolidando as dívidas.

No entanto, o TJDFT entendeu ter havido desequilíbrio econômico-financeiro no acordo e impôs a indenização, ao verificar a existência de dívida entre R$ 400 milhões e R$ 2 bilhões, valor que, corrigido, poderia alcançar R$ 7 bilhões.

Sentença contraditária

Nesta terça, o ministro Luiz Fux seguiu o entendimento dos colegas Herman Benjamin e Eliana Calmon, que consideraram contraditória a análise dos contratos feita TJDFT. Para eles, o tribunal foi omisso ao considerar a existência das dívidas a partir do pressuposto da “hipossuficiência”, ou desvantagem, do consórcio em relação à Eletronorte.

“A transação foi interpretada sobre uma premissa contraditória. Ela impôs o abarcar de todo o débito em razão de uma suposta hipossuficiência da parte adversa. Algumas outras questões não foram analisadas, porque o próprio juiz limitou-se a privilegiar a transação e não analisou as demais questões. E o tribunal foi no mesmo caminho”, destacou Luiz Fux em seu voto.

A decisão da 2ª Turma do STJ anula a senteça do TJDFT, mas permite que o caso volte a ser analisado pelo mesmo tribunal do Distrito Federal. Advogado da Eletronorte, o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal Ilmar Galvão comemorou o resultado do julgamento. “É uma vitória grande para a Eletronorte. Aquilo [R$ 7 bilhões] é mais que uma represa do Rio Madeira, como Jirau', disse, se referindo ao valor da indenização.

“Houve uma transação, que em direito é um acordo no qual as duas partes cedem. Hipossuficiente é aquele que toma o serviço [no caso a estatal] e não o prestador [o consórcio]', defendeu Galvão. Ele acrescentou que, na condição de o caso voltar a ser analisado pela Justiça, é possível que a União entre como parte e o processo deixe o TJDFT, passando para a competência da Justiça Federal."